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Associação de Diabéticos do Minho oferece sistema inovador de controlo da diabetes

Os profissionais de saúde do Hospital Santa Maria Maior, em Barcelos, podem a partir de agora utilizar um sistema inovador de monitorização contínua da glicose (CGM), assegurando assim um melhor controlo da diabetes. Oferecido pela Associação de Diabéticos do Minho à Consulta Externa, em especial à Consulta de Diabetologia Pediátrica, este avançado sistema de quarta geração dá aos médicos uma imagem mais exacta dos níveis de glicose dos pacientes, revelando episódios de hipo e hiperglicemia que podem conduzir a graves  complicações de saúde. 
 
Algumas oscilações glicémicas não são muitas vezes detectadas nos testes tradicionais (HbA1c e medições capilares), mas o novo sistema de controlo inclui um sensor de glicose e  um pequeno gravador de dados que registam automaticamente informações de glicose a cada  cinco minutos.  Segundo Goreti Lobarinhos,  presidente da Associação de Diabéticos do Minho, “através deste  inovador sistema de CGM é possível recolher informações sobre as  oscilações dos níveis de glicose,  sobretudo no período nocturno, e  perceber as suas causas. Graças  a esta informação completa do  doente, podemos adaptar as terapias de tratamento e garantir uma  melhoria da saúde e da qualidade  de vida das pessoas com diabetes”.
 
De acordo com uma avaliação  realizada em dez centros clínicos  em Portugal e Espanha, dos doentes que monitorizaram os seus  níveis de glicose através deste  novo sistema, em 97 por cento a  terapia foi alterada/ajustada com  base nos relatórios do dispositivo  e em 91 por cento dos casos pelo    menos uma hiperglicemia não foi  detectada através dos métodos  tradicionais.

Este novo dispositivo de monitorização contínua da glicose,  com o nome iPro(tm)2 Profissional, é comercializado em Portugal  pela Medtronic, empresa líder  mundial em tecnologia médica.


SOBRE A DIABETES:

A diabetes tipo 1 é uma doença crónica provocada pela falta  absoluta de insulina devido à destruição de células do pâncreas que  produzem esta hormona. A maior  parte dos diabéticos tipo 1 são jovens, mas a doença pode também  afectar adultos. De acordo com a  Federação Internacional da Diabetes estima-se que existam 285  milhões de pessoas com diabetes  a nível mundial, 10 por cento dos  quais com diabetes tipo 1.

fonte: Jornal Caminhense


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